Sobre a Fiesp
Maior entidade de classe da indústria brasileira.
Representa cerca de 130 mil indústrias de diversos setores
de todos os portes e das mais diferentes cadeias produtivas, distribuídas em 131 sindicatos patronais
A atual estrutura da Fiesp reflete o pensamento estratégico e o tratamento homogêneo que a entidade confere às várias cadeias produtivas e aos sindicatos, independentemente do porte das empresas ou do segmento a que pertencem.
Estrutura Organizacional
A Fiesp conta com 14 Conselhos Superiores, órgãos técnicos estratégicos coordenados pelo Instituto Roberto Simonsen (IRS). Estes conselhos têm por objetivo debater, realizar estudos e propor políticas para promover a contínua interação das entidades com os assuntos relevantes, contribuindo para o diálogo permanente com os demais segmentos da classe empresarial e da sociedade em geral.
Departamentos
Os Conselhos Superiores traçam diretrizes para os trabalhos dos seguintes departamentos:
- Agronegócio (DEAGRO)
- Departamento de Competitividade e Tecnologia (DECOMTEC)
- Defesa e Segurança (DESEG)
- Desenvolvimento Intersindical (DDI)
- Desenvolvimento Sustentável (DDS)
- Indústria da Construção e Mineração (DECONCIC)
- Infraestrutura (DEINFRA)
- Jurídico (DEJUR)
- Micro, Pequena e Média Indústria (DEMPI ACELERA)
- Relações Internacionais e Comércio Exterior (DEREX)
- Departamento Sindical (DESIN)
Comitês Setoriais
Para garantir crescimento harmônico das diferentes cadeias produtivas, foram criados comitês especializados para setores específicos:
- Cadeia Produtiva da Moda (COMMODA)
- Papel, Gráfica e Embalagem (COPAGREM)
- Complexo Produtivo da Saúde e Biotecnologia (COMSAUDE)
- Comitê de Jovens Empreendedores (CJE)
- Comitê de Desburocratização
Saiba mais
MANDATO 2026/2029
Presidente
Paulo Antonio Skaf
1º Vice-Presidente
Rafael Cervone Netto
2º Vice-Presidente
Dan Ioschpe
3º Vice-Presidente
Marcelo Campos Ometto
Vice-Presidentes
- André Bier Gerdau Johannpeter
- André Luiz Pompeia Sturm
- Angelo Andrea Matarazzo
- Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio
- Claudio Lourenço Lorenzetti
- Dagmar Oswaldo Cupaiolo
- Fabio Ermírio de Moraes
- Flávio Gurgel Rocha
- João Carlos Marchesan
- José Antonio Fernandes Martins
- José Carlos de Oliveira Lima
- José Romeu Ferraz Neto
- Márcio de Lima Leite
- Marcos Marinho Lutz
- Nelson Abrão Grunebaum
- Nelson Pereira dos Reis
- Nilton Torres de Bastos
- Roberto Ignacio Betancourt
- Ruy Salvari Baumer
- Salo Davi Seibel
- Wayner Machado da Silva
1º Diretor Secretário
José Silvio Valdissera
2º Diretor Secretário
Ronaldo Koloszuk Rodrigues
3º Diretor Secretário
Manoel Canosa Miguez
1º Diretor Financeiro
Jacyr da Silva Costa Filho
2º Diretor Financeiro
Sylvio Araujo Gomide
3º Diretor Financeiro
Pedro Guimarães Fernandes
Diretores
- Adriano Nogueira Zerbini
- Alberto Pinheiro Marra
- Alex Sandro Santiago de Moraes
- Algemir Tonello
- Aliomar Nogueira Teixeira
- Allan Aires de Melo Cordeiro
- Amaury Pereira Dias Filho
- Antero Saraiva Junior
- Antonio Carlos Fiola Silva
- Antonio Pires Gomes
- Antonio Valter Trombeta
- Arcangelo Nigro Neto
- Carlos Alberto Cordeiro
- Carlos Frederico Queiroz de Aguiar
- Carlos Humberto Mendes de Carvalho
- Carlos Leinz Lazzaro
- Carlos Roberto Afonso Prudêncio
- Cássio Aparecido Moreira
- Christian Mattar Saigh
- Cláudio César de Gouveia Sahad
- Cláudio José de Góes
- Cristiane Valéria Prado Lopes
- Décio Augusto da Costa
- Delair Angelo Bolis
- Dimas de Melo Pimenta II
- Douver Gomes Martinho
- Edgar Solano Marreiros
- Elias Alves Lima
- Euclides Francisco Jutkoski
- Fábio Sato
- Felipe Nicolau Khoury
- Fernando Antonio Gomes Martins
- Fernando Antonio Segismundo Caffarena Celani
- Fernando Bueno
- Fernando Careli de Carvalho
- Geraldo Ribeiro do Valle Haenel
- Gilberto Neto Marianno
- Guilherme Meneghelli Oranges
- Hermes Soncini
- Humberto Cereser
- Itamar Lopes
- João Augusto Moliane
- João Carlos Basilio da Silva
- João Sereno Lammel
- José Antonio Baggio
- José Villela de Andrade
- Laércio Barbosa
- Luís Antonio Paladini Júnior
- Luis Felipe Rodomonte de Souza
- Luiz Albert Kamilos
- Luiz Carlos Lózio
- Luiz Gustavo Burian
- Marcelo Cereser
- Márcio de Godoy Moreira
- Márcio Giusti
- Marco Antonio Barbieri
- Marco Antonio de Almeida
- Marcus Fraga Rodrigues
- Maria Doralice Angelo de Deus
- Mario Sergio Cutait
- Massimo Andrea Giavina-Bianchi
- Nelson Antônio Braido
- Nelson Augusto Mussolini
- Nelson Ferreira Dias
- Oswaldo Arouca Neto
- Patrício Taborda de Figueiredo
- Paulo Humberto Alves de Sousa
- Pedro Constantino Evangelinos
- Pedro Henrique Consorte de Campos
- Pedro Isamu Mizutani
- Pedro Rinaldi de Oliveira Lima
- Pierre Alain Stauffenegger
- Renato Kenji Nakaya
- Riad Xavier Jauhar
- Ricardo Marques Coube
- Ricardo Martins
- Riccardo Gambarotto
- Roberto Kikuo Imai
- Roberto Saheli
- Rodrigo Cannaval
- Rodrigo Fernando Vila Nova de Moraes
- Rodrigo Junqueira dos Santos
- Rui Manuel Rodrigues Gonçalves
- Samir Nakad
- Sergio Gabriel Comprido
- Silvia Ribeiro de Aquino
- Stéfanos Anastassiadis
- Vandermir Francesconi Júnior
- Vicente Manzione
- Victor Villas Casaca
- Walter Gimenes Felix
- Wandyr Pedão Filho
Conselho Fiscal - Efetivos
- Aluísio Abdalla
- Antonio Carlos Henriques
- Antonio Carlos Teixeira Álvares
Conselho Fiscal - Suplentes
- Adriano Serino
- Rinaldo Dini
- Newton José Soares Cavalieri
Delegados Representantes junto à CNI - Efetivos
- Paulo Antonio Skaf
- Humberto Barbato Neto
Delegados Representantes junto à CNI - Suplentes
- Gino Paulucci Junior
- Carlos Erane de Aguiar
O Código de Conduta, Ética e Integridade da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) é o documento básico que orienta a implementação de um sistema formal de Compliance da entidade. A Fiesp sempre se pautou pelo cumprimento da legislação vigente e pelos mais firmes princípios de ética e integridade.
O presente Código reúne conceitos e valores amplamente reconhecidos como desejáveis pela sociedade e presentes nos melhores exemplos do gênero em entidades públicas e privadas. Ele formaliza a prática da casa e estrutura um sistema integrado que garante sua observância formal agora e no futuro.
Faça o download do Código de Conduta, Ética e Integridade neste link.Este documento é uma republicação do Relatório elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (M.T.E.), em atendimento à legislação vigente.
Os dados estatísticos apresentados sobre eventuais diferenças salariais não refletem prática discriminatória entre homens e mulheres que exercem as mesmas funções em nossa Entidade.
Ressaltamos que adotamos a mesma faixa salarial para mulheres e homens que desempenham funções idênticas.
Escritório da Fiesp em Brasília
Setor Comercial Norte, quadra 02 bloco A
Ed. Corporate Center sl.301
Brasilia/DF – CEP 70712-900
Tel (61) 3039-1332
Fax: (61) 3039-1334
E-mail: brasilia@fiesp.org.br
Quem passa pela primeira vez na Avenida Paulista dificilmente deixa de notar um edifício de formato inusitado: a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Inaugurado em 1979, o edifício ainda hoje se sobressai na paisagem com sua fachada predominantemente preta e desenho piramidal. É um cartão-postal da cidade e um marco emblemático da vocação paulista para o desenvolvimento.
Tudo começou nos anos 70, com um concurso de arquitetura. O desafio lançado aos participantes era desenvolver um projeto de edifício com características expressivas, capaz de transformá-lo em uma referência urbana.
O projeto selecionado, de autoria do escritório Rino Levi Arquitetos Associados, criou um prédio com estrutura dividida em dois blocos superpostos, separados por um andar “pilotis” (baseado na sustentação através de colunas): o bloco inferior, no nível térreo, e o bloco superior, a torre.
O que mais chama a atenção, para quem o observa de fora, é a progressão dos andares em direção ao topo, em formato de pirâmide – um aspecto estético e, ao mesmo tempo, funcional, pois garante maior insolação aos andares inferiores.
Aproveitando o desnível entre a Avenida Paulista e a Alameda Santos, o projeto original incluiu quatro andares para garagem, reservatórios de água e a parte técnica, além de espaço para um teatro e uma galeria de artes em pavimento meio nível abaixo da Avenida Paulista.
Em 1998, o prédio passou por uma reformulação que conferiu nova estrutura ao piso térreo. A assinatura dessa segunda fase do projeto é do arquiteto Paulo Mendes da Rocha. Um dos marcos dessa intervenção foi a recuperação da distância original entre o asfalto automotivo e a entrada principal do prédio na Avenida Paulista. Para isso, o arquiteto fez um “corte” da laje do pavimento superior ao passeio público e recuou a laje inferior, onde hoje está situado o Centro Cultural Fiesp.
O edifício-sede da Fiesp tem 16 andares e abriga também o centro de operações e atividades de diversas instituições: Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), Instituto Roberto Simonsen e a sede de sindicatos filiados.
O nome do prédio faz referência a Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, ex-presidente da Fiesp.
Edifício-Sede da Fiesp
Av. Paulista, 1313 – São Paulo/SP
CEP 01311-923
Na década de 1920, os industriais se reuniam na Associação Comercial de São Paulo. A necessidade de uma representação político-institucional levou, em 28 de março de 1928, à fundação do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).
Nos anos 1930, o então presidente Getúlio Vargas criou uma nova estrutura sindical ligada ao governo. Em 1931, um decreto instituiu um modelo baseado em associações de classe, federações estaduais e confederações. Nesse contexto, o Ciesp teve seu nome alterado para Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Em 1939, os líderes industriais obtiveram permissão para formar uma sociedade civil associada à Federação. Assim, em 1942, o Ciesp foi reativado como sociedade civil vinculada à Fiesp, preservando seus objetivos originais de 1928, porém atualizados às demandas da época.
Desde então, a Fiesp tem se destacado por fomentar novas ideias e metodologias de industrialização, fundamentais para a expansão do parque industrial brasileiro.
Atualmente, a entidade tem como principal causa a luta pela competitividade nacional, defendendo medidas para reduzir custos de produção e conter a desindustrialização.